quinta-feira, 17 de julho de 2014

Metal Gear Solid 3 e suas caracteristicas

Metal Gear Solid 3: Snake Eater

Metal Gear Solid 3: Snake Eater
Capa da versão norte-mericana.
Desenvolvedora Konami Computer Entertainment Japan / Kojima Productions
Publicadora(s) Konami
Plataforma(s) PlayStation 2
Série Metal Gear
Data(s) de lançamento Snake Eater:

Subsistence:
Gênero(s) Stealth, ação
Modos de jogo Single player
Número de jogadores 1 jogador
Classificação Permitido para maiores de 15 anos BBFC (Reino Unido)
Inadequado para menores de 18 anos i CERO (Japão)
Inadequado para menores de 17 anos i ESRB (América do Norte)
Inapropriado para jovens, somente para maiores de 18 anos KMRB (Coreia do Sul)
Inadequado para menores de 15 anos i OFLCA (Austrália)
Permitido para maiores de 16 anos OFLCN (Nova Zelândia)
Inadequado para menores de 16 anos i PEGI (Europa)
Inadequado para menores de 16 anos i USK (Alemanha)
Inadequado para menores de 18 anos i PEGI (Europa) (Subsistence)
Mídia 1 DVD-ROM
Controles DualShock 2
Hardware
Vídeo 480i (SDTV)
Metal Gear Solid: Portable Ops
Próximo
Próximo
Metal Gear Solid 3: Snake Eater (メタルギアソリッド3 スネーク・イーター, Metaru Gia Soriddo 3 Sunēku Ītā?) (comumente abreviado como MGS3) é um jogo de espionagem e ação dirigido por Hideo Kojima.1 Snake Eater foi desenvolvido pela Konami Computer Entertainment Japan e publicado pela Konami para o PlayStation 2,2 sendo lançado em 17 de novembro de 2004 na América do Norte; 16 de dezembro do mesmo ano no Japão; 4 de março de 2005 na Europa; e em 17 de março de 2005 na Austrália. O jogo, que serve como uma prequela a toda série Metal Gear,3 foi seguido por uma sequência direta intitulada Metal Gear Solid: Portable Ops.4
Ambientado na Rússia da época da Guerra Fria, a história se centra no agente da unidade FOX Naked Snake, cujas missões são resgatar um fabricador de armas e sabotar uma superarma experimental.5 Enquanto que os jogos anteriores se passavam em ambiente urbano, Snake Eater adota uma ambientação em uma floresta soviética dos anos 1960,6 com as armadilhas semi-futurísticas de alta tecnologia dos antigos jogos Metal Gear Solid sendo substituídas pela natureza. Enquanto que o ambiente mudou, o foco de sua jogabilidade ainda permanece no stealth e infiltração, além de também manter o senso de humor autoreferenciado tradicional da série, que quebra a quarta parede.5 A história de Snake Eater é contada através de numerosas cenas cinematográficas e conversas pelo rádio.7
Metal Gear Solid 3: Snake Eater foi bem recebido pública e criticamente, vendendo 3,6 milhões de cópias ao redor do mundo8 e recebendo uma média de 91% nos websites de análises agregadas Game Rankings e Metacritic.9 10

Jogabilidade

A jogabilidade de Snake Eater é semelhante à dos jogos anteriores da série Metal Gear Solid. Snake, sendo controlado pelo jogador, deve mover-se por um ambiente hostil e cheio de inimigos sem ser notado. Apesar de Snake adquirir várias armas (abrangendo de pistolas a lançadores de granadas), a ênfase está em usar o stealth para evitar combates. Um número de objetos e ferramentas podem ser encontradas pelo caminho para ajudá-lo em tal tarefa, incluindo detectores de movimento,11 para detectar soldados, e a caixa de papelão tradicional da série Metal Gear, no qual Snake pode se esconder para que não seja visto.5 Apesar das semelhanças fundamentais, Snake Eater introduz vários novos aspectos de jogabilidade que não estavam presentes em títulos anteriores, incluindo camuflagem, um novo sistema de combate corpo-a-corpo chamado "close-quarters combat" ou "CQC", uma barra de energia (além da de vida) e um sistema de ferimento-e-tratamento.5 12
Aproximadamente dois-terços do jogo são ambientados em uma floresta tropical fictícia da União Soviética,13 e usar este variado ambiente ao máximo a favor do jogador é geralmente a chave para o sucesso no jogo. Uma das novas características, em particular, é a ênfase colocada na camuflagem e o uso do ambiente ao redor (por exemplo, subir em árvores ou esconder-se em grama alta) para evitar ser visto pelo inimigo.5 O radar avançado dos jogos anteriores foi removido em troca de um simples detector de movimentos e um sistema sonar que se encaixava melhor à época em que Snake Eater se passa. Um valor em percentual chamado "camouflage index" ("indicador de camuflagem") mostra a visibilidade de Snake, em uma escala de valores negativos (facilmente visível) a 100% (completamente invisível para os inimigos).14 Para minimizar a visibilidade do personagem, o jogador deve trocar de camuflagem e usar de pinturas faciais para conseguir misturar-se ao ambiente; por exemplo, usar um uniforme com aspecto de cascas de árvore enquanto se está encostado em uma, ou usando uma uma pintura facial verde-listrada quando se escondendo em grama alta.12 Outros dispositivos para camuflagem, como uma máscara de um crocodilo Gavial para diminuir as chances de ser detectado na água, também se fazem disponíveis.
O combate de curto alcance dos jogos anteriores foi amplamente aperfeiçoado e expandido ao sistema de CQC. Quando desarmado ou usando uma arma compatível com tal estilo de luta (pistolas ou facas), Snake pode agarrar os oponentes e imobilizá-los com uma chave-de-braço,12 em qual ponto uma variedade de atos podem ser executados, como asfixiar o oponente à inconsciência/morte ou interrogá-los com uma faca para obter informações.11 12 O contexto, a pressão aplicada no botão e a direção da alavanca analógica determinam qual ato será executado. Enquanto que jogos anteriores usavam uma barra de vida simples, em Snake Eater feridas no corpo inteiro também podem afetar esta barra.12 Por exemplo, uma longa queda pode fraturar a perna de Snake, deixando-o mais lento até que a fratura seja propriamente tratada com um imobilizador e ataduras. Enquanto tais ferimentos não forem tratados, Snake não será capaz de regenerar a sua barra de vida completamente por um período de tempo.12
Calorie Mate, um suplemento de energia presente no jogo.
O local proporciona uma dependência em cima da flora e fauna nativa para sobreviver.12 Tal dependência é manisfetada numa barra de energia encontrada abaixo da barra de vida, que constante e gradualmente se esvazia durante o jogo, dependendo de quanto esforço físico está sendo feito por Snake (incluindo o peso que ele está carregando), entre outros fatores especiais.7 Se o personagem não se alimentar, a barra de energia pode chegar a se esgotar, o que resulta em alguns efeitos negativos na jogabilidade, como dificuldades para Snake mirar precisamente sua arma.12 Alimentos podem ser adquiridos através da caça, pesca e colheita, além de alimentos instantâneos que também podem ser obtidos e digeridos. Os alimentos podem ser armazenados na mochila até que seja necessários comê-los. Todavia, comidas naturais (frutas e animais mortos) apodrecem com o tempo, e consumir comida estragada pode resultar em uma dor de estômago em Snake, o que resulta no esvaziamento mais acelerado da barra de energia.5
Snake Eater inclui um minigame chamado "Snake vs Monkey", no qual Snake deve capturar macacos com o estilo do jogo Ape Escape.5 11 Em adição ao conteúdo humorístico infantil,15 itens bônus utilizáveis no jogo principal podem ser adquiridos ao prosseguir nos estágios do minigame.11

Personagens

O protagonista de Snake Eater, Naked Snake, é um ex-agente da CIA e das Forças Especiais dos Estados Unidos (Boinas Verdes). Durante a missão, Major Zero, um ex-membro do Serviço Aéreo Especial, ajuda Snake ao dar conselhos para a missão e táticas de batalha. Para-Medic e Sigint dão conselhos especializados sobre fauna e flora, e equipamentos e armas, respectivamente.
Os dois principais antagonistas do jogo são o Coronel Volgin, um coronel da GRU(pronuncia-se: "gril") que possui um dispositivo controlador de eletricidade e membro da facção extrema de Brezhnev, que tenta tirar Nikita Khrushchev do poder para empossar Leonid Brezhnev e Alexey Kosygin,nota 1 e The Boss, ex-mentora de Naked Snake.12 Além disso, a Unidade Cobra, uma unidade de Forças Especiais liderada por The Boss, possui membros que atuam como os chefes no jogo. A unidade é composta por The End, um experiente atirador de elite conhecido como o "pai do sniping moderno";nota 2 The Fear, que possui flexibilidade e agilidade sobrenaturais; The Fury, um desfigurado ex-astronauta armado com um lança-chamas e um jetpack;12 The Pain, que pode controlar vespas para defender-se e atacar;12 e The Sorrow, o espírito de um falecido médium.nota 3
Outros personagens incluem Sokolov, um cientista de foguetes a quem Snake deve resgatar; EVA, uma desertora estado-unidense e aparente agente da KGB enviada para auxiliar Snake; e um jovem Ocelot, comandante da unidade "Ocelot", dentre a facção da GRU de Volgin.nota 4 Algumas referências paródicas também são feitas a jogos anteriores: Major Raikov, o amante afeminado de Volgin, faz paródia da aparência andrógena muito criticada do protagonista de Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty, Raiden; e o avô do atrapalhado soldado recorrente Johnny Sasaki faz uma participação como um sentinela de prisão.

História

Virtuous Mission

Série Metal Gear
(cronologia fictícia)


Metal Gear Solid 3 se passa durante a Guerra Fria em 1964, onde um agente da CIA, de codinome "Naked Snake", é enviado às florestas da União Soviética.12 Auxiliado pelo rádio por Major Zero, Para-Medic e sua ex-mentor The Boss,11 sua missão é resgatar um cientista soviético traidor chamado Sokolov, que está secretamente desenvolvendo um tanque equipado nuclearmente, chamado "Shagohod".11 12 A missão prossegue normalmente até que The Boss trai os Estados Unidos e entrega duas miniaturas de mísseis nucleares Davy Crockett a seu novo benfeitor, Coronel Volgin.nota 5 Sokolov é capturado de volta pela Unidade Cobra e Snake é gravemente ferido em combate corporal contra The Boss, na qual ela domina muito melhor as técnicas de CQC(close quarters combat), que ela mesmo tinha ensinado a snake. Tal cena se passa numa ponte estreita, onde snake é jogado e cai no rio, dessa forma, permitindo a Volgin e seu grupo de soldados escaparem com o cientista. Volgin usa um dos mísseis nucleares para encobrir o seu roubo,nota 6 destruindo o laboratório de Sokolov; ato cuja culpa subsequentemente recai sobre The Boss.nota 7

Operation Snake Eater

Após os radares soviéticos captarem o sinal da aeronave usada para levar Snake aos territórios soviéticos, a União Soviética declara os Estados Unidos como o responsável pelo ataque atômico, levando ambas as nações à beira de uma guerra nuclear. Durante uma ligação entre o presidente dos Estados Unidos Lyndon Johnson e o primeiro-ministro da União Soviética Nikita Khrushchev, é feito um acordo em que é dado uma chance aos Estados Unidos de provar a sua inocência e, assim, evitar o confronto.nota 8 Os Estados Unidos concordam em impedir Volgin, destruir o Shagohod que foi roubado e eliminar a traidora americana, The Boss.nota 9
Uma semana após ser resgatado da região, Snake é novamente enviado às florestas tropicais soviéticas como parte da "Operation Snake Eater" ("Operação Snake Eater"),nota 9 para cumprir as promessas dos Estados Unidos. Durante a missão, ele adquire a assistência de uma outra desertora americana, a ex-agente da NSA, de codinome EVA, que saiu de tal agência alguns anos atrás.nota 10 Após numerosos encontros com a unidade de elite "Ocelot" (liderada pelo jovem Ocelot) e derrotando quase todos os membros da Unidade Cobra, Snake consegue localizar Sokolov e o Shagohod, quando então é capturado por Volgin. Após testemunhar a aparente morte de Sokolov, Snake é torturado e tem seu olho direito ferido quando tenta proteger EVA de um tiro de Ocelot. Mais tarde, Snake esforçadamente consegue escapar de sua cela, a qual foi levado após a tortura. Esta ação faz parte da jogabilidade da história do jogo, na qual o jogador deve usar estratégias para fazer o guarda da prisão abrir a cela, dessa forma podendo assim o Snake escapar.
Quando ele retorna à instalação para destruir o Shagohod, Snake toma conhecimento dos Philosophers. Composta dos mais poderosos homens dos Estados Unidos, União Soviética e China, eles são uma organização de aspecto de Illuminati que, secretamente, controlam o mundo.nota 11 Contudo, após o fim da Segunda Guerra Mundial, eles começaram a lutar entre si mesmos, e a organização foi dissipada. O "The Philosophers Legacy", um recurso financeiro que a organização acumulou para financiar as suas guerras (100 bilhões de dólares, equivalente a cerca de 1 trilhão de dólares atualmente quando ajustado à inflação) foi dividido e escondido em vários bancos espalhados pelo mundo.nota 12 Volgin ilegalmente herdou tal dinheironota 13 e Snake toma conhecimento de que os EUA estavam tentando recuperá-lo.
Snake e EVA fogem em uma moto Triumph durante a batalha contra Shagohod.
Snake continua a sua missão, destruindo a instalação e o tanque Shagohod, enquanto que lutava contra Volgin, que é morto por um raio durante a batalha. Snake e EVA seguem na moto dela a um lago, onde um ecranoplano estava escondido. Antes de eles conseguirem usá-lo para escapar do local, Snake enfrenta a sua antiga mentor, The Boss, quem ele deveria matar para completar a sua missão. Durante a batalha, uma cena é mostrada, revelando que The Boss deu à luz uma criança (o pai sendo The Sorrow) durante uma batalha. Contudo, antes da mesma, através de uma chamada no rádio, EVA diz a Snake que a razão de Ocelot ter alcançado o título de major tão jovem era devido ao fato de que seus pais eram soldados lendários. Ela também fala a Snake que a mãe de Ocelot teve que cortar Ocelot para fora durante o nascimento, deixando uma cicatriz que possuía a semelhança de uma cobra. A cicatriz é mostrada em The Boss, o que altamente sugere que ela é a mãe de Ocelot.nota 9 Após uma batalha emocional, Snake supera seus sentimentos por ela e a derrota. Ele e EVA escapam para o Alaska e passam uma noite juntos. Durante a madrugada, EVA desaparece, deixando uma fita que revelava os seus verdadeiros objetivos como uma espiã para a China, e que foi enviada para roubar o "Philosophers Legacy" para tal nação.nota 14 A fita continua a ser tocada e EVA revela que The Boss não tinha desertado para a União Soviética; pelo contrário, ela estava sob ordens de fingir ter feito tal traição para que pudesse infiltrar-se na facção de Volgin e localizar o Legacy, que deveria ser levado de volta à América.nota 15 A parte final de sua missão era sacrificar a sua honra e falecer nas mãos de Snake, sob o disfarce de traidora, para provar a inocência dos Estados Unidos no ataque nuclear de Volgin do começo do jogo.nota 16
Distinguished Service Cross, a medalha recebida por Snake ao completar sua missão.
Após o término da missão, Snake é premiado com o título de "Big Boss" e recebe a Distinguished Service Cross por seus esforços, diante de uma multidão entusiasmada; contudo, Snake ficou tão perturbado e desmoralizado após a revelação de EVA que ele deixa o local após quase que imediatamente receber a sua medalha, mal falando com o presidente, o major Zero e a sua equipe de suporte.nota 17 Mais tarde, ele aparece chegando a uma sepultura anônima, pertencente à The Boss, que é só uma das milhares localizadas no Cemitério Nacional de Arlington. Colocando a arma de The Boss e um buquê de lírios sobre o túmulo sem nome, Snake procura por algo nas numerosas filas de sepulturas à sua frente, faz uma saudação e derrama uma única lágrima.
Após os créditos, é ouvida uma conversa ao telefone com Ocelot, revelando que o microfilme contendo informações sobre a Philosopher's Legacy dada a EVA era uma cópia falsa, que Ocelot em si era ADAM, que metade do Legacy verdadeiro estava nas mãos do governo estadunidense graças a Snake e que ele estava trabalhando para a CIA.nota 18

F-Type Coupé e suas caracteristicas


 F-Type Coupé


Quatro meses depois da revelação, é chegado o momento mais esperado: o lançamento do Jaguar F-Type Coupé. O modelo pode ser adquirido, por enquanto, na sua terra natal. Lá na Inglaterra, os preços partem de R$ 190 mil e chegam a R$ 315 mil. Mas a emoção aqui sairá mais caro, entre R$ 380 mil e R$ 600 mil segundo os preços estimados pela Jaguar para o esportivo que desembarcará entre junho e julho. A gama que começa no modelo V6 3.0 de 340 cv, passa pelo F-Type S V6 3.0 de 380 cv e chega ao agressivo F-Type R V8 5.0 de 550 cv.

 A fera convida para pisar

Sem dúvida, demorou um pouco entre aquele primeiro encontro nos Salões de Tóquio e de Los Angeles. Pelo menos, no evento não tardou para ter contato com o sedutor cupê. Ao desembarcar do vôo que nos levou à Lleida, na Catalunha, uma frota de modelos V6 S e V8R nos aguardava. Segundo o fabricante, serão justamente esses que venderão mais. Talvez por isso mesmo o V6 básico tenha sido descartado. Tudo bem, o que queria mesmo é ter contato com os felinos mais bravos dessa gama.







Jaguar F-Type S Coupé (Foto: Divulgação)

 Por fora, o F-Type veste sua forma mais sedutora. O seu antepassado no alfabeto da marca, o E-Type, nunca teve um cupê tão belo quanto o roadster. Agora, o esportivo inverte essa sina. Além de ser no mínimo tão bonito quanto, o cupê mostrou todo seu refinamento assim que entrei na cabine revestida em couro por todos os cantos. Nada de versão alongada como chegou a ter o antecessor na fase da meia idade, esse aqui é um esportivo apenas para dois.

Se acomodar na melhor posição é fácil, a ergonomia é auxiliada pelos bancos com ajustes para todos os lados, além do volante com regulagem de altura e distância. É a senha para não perder muito tempo se posicionando, em um instante, você já pode pisar no freio e dar a partida por meio de um botão laranja no console. A Jaguar se vale das suas tradições. Tal como o E-Type, o F-Type tem comandos inspirados em um avião caça, coisa da época em que muitos dos seus engenheiros tinham vindo da Força Aérea Real (RAF). Daí o botão laranja, como se você estivesse pronto para disparar...

Jaguar F-Type R Coupé (Foto: Divulgação)
Faz sentido até. Ao arrancar, a sensação é de decolar mesmo, seja lá qual for a motorização. Sem perder a usabilidade no dia a dia. Olhando ao meu redor, noto que os espelhos proporcionam boa visibilidade, enquanto os alto-falantes do sistema de som de alta-fidelidade Meridian são os únicos que tem cacife para sobrepor-se ao barulho do vento assoviando pelos espelhos retrovisores e também ao motor e sua sonoridade rouca.

Logo partimos juntos pela rodovia N-211. O Jaguar se impunha no trecho de 130 km pela paisagem semi-árida. Nas longas retas, o conta-giros do F-Type V6 S subia incontido, com uma escalada deliciosa de giros nas retomadas, tudo acompanhado de um rugido metálico malicioso, cortado apenas pelos estampidos do escape ao se aliviar o acelerador ou passar as marchas. Parecia o território natural do felino, mas ainda chegaríamos ao seu habitat natural, o autódromo de Motorland Aragon.

Nas poucas curvas, já deu para perceber a rigidez da estrutura em alumínio, justamente o que faz o Jaguar fazer curvas sem desequilíbrios. Se você quiser tascar mais pimenta, basta apertar outro botão no console central, que aciona o modo dinâmico. No Dynamic, freios, motor, direção e suspensão ficam com respostas mais esportivas. Claro que não preciso dizer que foi justamente esse modo o escolhido para viagem. Diversão em primeiro lugar.
A brincadeira mal havia começado e já arrancava um sorriso rasgado no rosto. É o tipo de entretenimento que o torna alheio a tudo que não diz respeito a você e o carro. Ainda bem que o GPS informava o progresso pela paisagem borrada que ficou para trás ao ritmo das rotações. Em instantes o playground rodoviário ficou para trás e logo chegou o destino.

Jaguar F-Type R Coupé (Foto: Divulgação)



Suavidade e técnica
Ao chegar ao autódromo de Motorland Aragon, hora de... estudar mais um pouco. Logo ao chegar, a programação não nos mandou direto para a pista. Era hora de ver do que ele é feito antes de ver do que ele é capaz. A estrutura foi apresentada em tamanho real, dividida pela metade. Uma mostrava a carroceria no metal com seus elementos (como os enormes discos de cerâmica de fibra de carbono), enquanto outra desnudava a estrutura de alumínio.
Poderia estar no pôster central de uma revista. Até os detalhes são belos, como os milhares de rebites que não perfuram o metal leve, apenas os unem em dois grandes blocos antes separados entre compartimento do motor e outro que vai da primeira coluna até a traseira. Além de leveza, o material ajuda na distribuição de peso que chega, no V6 S, a 51% do peso na frente e 49% atrás, enquanto no V8 muda só um pouco em razão do peso maior do motorzão, 52% e 48%, respectivamente.

A teoria é bem interessante, mas foi a bordo do F-Type R que a parte teórica pode ser experimentada. Primeiro em um circuito bem travado de handling, que simulava situações como terreno seco e molhado. Ali foi possível sentir o trabalho esforçado do diferencial de deslizamento limitado. É ele que melhora a tração não apenas nas curvas, como também nas superfícies escorregadias.

Ele atua em conjunto com o diferencial ativo eletrônico de segunda geração, que maximiza a tração para a roda com mais aderência. Esses fatores conferem um desempenho impressionante do esportivo em curvas mesmo muito fechadas. “Com o F-Type Coupé a equipe de engenharia da Jaguar ultrapassou o seu objetivo de construir um esportivo que superasse o prazer na condução no aclamado F-Type conversível. O desenvolvimento de uma estrutura excepcionalmente rígida foi a chave para alcançar tal êxito”, afirma Ian Hoban, diretor da linha de veículos da fabricante.
Pé embaixo

Antes de entrar no segundo traçado, agora de velocidade, do interessante circuito espanhol, que possui reta de 1 quilômetro e algumas curvas técnicas, a teoria se mostrava difícil de entender. Mas tornou-se mais compreensível quando o co-piloto Chris Dredge, começou a gritar com um sotaque britânico “solte o acelerador, solte os freios, deixe o carro livre”. E incrivelmente o carro fazia a curva sem perder o traçado, mesmo em terreno molhado. Isso porque o F-TYPE possui um sistema inteligente de vetorização de torque, que trabalha em conjunto com os freios. Ele entende situações extremas, equilibra o veículo e aplica maiores rotações nas rodas externas, em relação às internas, quando em uma curva acentuada por exemplo. É apontar o carro na curva, soltar os pedais e deixar o sistema fazer o resto.
Os números divulgados apontam que o V8 de 550 cv chega a uma velocidade máxima é limitada em 300 km por hora. Mas ali não foi possível passar de 265 km/h de final. Pois uma curva em cotovelo se escondia logo depois do final da reta. “Brake hard, harder, harder, hader...” “Breque mais, mais, mais...”. Dizia o instrutor em meio ao som abafado pelo capacete e o rugido do V8 que habitava a cabine.
A tranqüilidade era transmitida pelos freios de cerâmica de carbono, presentes na versão R que nós testamos. Ótimo para estancar o carro em altas velocidades, mas exige habilidade para freá-lo em baixas rotações e evitar solavancos. A resposta é bem mais agressiva do que com discos normais, então o negócio é dosar o pedal com outra sensibilidade.

Audi A3 Sedan e suas caracteristicas

 Audi A3 Sedan

 Produzido na plataforma modular do grupo Volkswagen, o A3 Sedan passou a ser importado da Hungria para o Brasil no começo de 2014 e começará a ser fabricado no Paraná no segundo semestre de 2015. Apesar de ser a versão três-volumes da linha A3, o sedã não é a configuração familiar do hatch, papel designado para o sedã médio A4. Isso porque também será o carro de mais volume da Audi no Brasil, sendo direcionado, principalmente, a um público que ainda não teve a chance de ter um modelo da marca alemã na garagem.
O A3 Sedan pode ser equipado com um motor de 1,4 litro TFSI de 122 cv ou 1.8 TFSI de 180 cv de potência; ambos motores trazem associada a transmissão automatizada de dupla embreagem e sete marchas. O bloco menor leva o carro à velocidade máxima de 212 km/h, enquanto a versão mais potente chega aos 235 km/h. 

A3 Sedan: decifra-me ou devoro-te

Aviso

Eae pessoal voltei a postar carros e videos, vou postar mais então fique ligado :D .
Sigam me no Google+ e fique por dentro das novidades!!.
 Me sigam no Twitter @Christian_0011

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Dead Rising 3 e suas caracteristicas

Dead Rising 3 é um jogo eletrônico do estilo survival horror situado num mundo aberto. É desenvolvido pela Capcom Vancouver e publicada pela Microsoft Studios.1 O jogo foi anunciado para o Xbox One sendo um título exclusivo da Microsoft durante a E3 2013.2 4 Foi lançado no dia 22 de Novembro de 2013.2 A versão para Windows será lançada no inverno de 2014.5

Jogabilidade

Seguindo os passos dos anteriores Dead Rising, os jogadores controlam o novo protagonista Nick Ramos, em busca de suprimentos e armas de crafting, enquanto viaja ao redor da cidade de Los Perdidos, a fim de lutar contra os mortos-vivos e fazer missões.6 Dead Rising 3 está situado em um ambiente de um mundo vasto, aberto, que é declaradamente maior do que os mundos do jogo Dead Rising e Dead Rising 2.7 8 Os jogadores mantêm a capacidade de modificar armas igual ao jogo Dead Rising 2, mas sem a necessidade de uma bancada, e será capaz de descobrir e destravar projetos para novos itens.7 9 Ao contrário dos dois primeiros jogos da série, Dead Rising 3 não possuem um limite de tempo.10 Os jogadores também terão permissão para salvar seu progresso em qualquer lugar, em vez de limitar a salva de banheiros.10 O jogo vai incluir um "Modo Nightmare" para aqueles que preferem o temporizador tradicional.11 De acordo com a Capcom, o jogo não terá tempo de carregamento.12
Dead Rising 3 irá utilizar tanto o Kinect quanto Xbox SmartGlass.13 O Kinect dá aos zombies um certo nível de consciência situacional.13 Barulhos de que o jogador poderia desencadear uma onda de zombies, no entanto, o jogador também pode usar a habilidade de gritar em zumbis através do Kinect, a fim de distraí-los.14 De acordo com o produtor executivo Josh Bridge, a sensibilidade do microfone será ajustado para "um limiar que faz sentido", de modo que atrai zumbis vai se sentir como uma decisão intencional.13 15 O recurso SmartGlass do Xbox, que também é opcional, pode ser usado para localizar itens específicos, encontrar lojas abandonadas e definir pontos de passagem para os objetivos da missão.13 Ele também fornece aos jogadores com missões exclusivas desbloquearem aplicativos dentro do SmartGlass, dando-lhes a capacidade de chamar ataques aéreos, o apoio zangão, ou em toda a área de flares para cortar ou chamar a atenção dos mortos-vivos.13

Enredo

Dead Rising 3 ocorre 10 anos após os acontecimentos de Fortune City em Dead Rising 2. A história segue um jovem mecânico chamado Nick Ramos e sua tentativa de sobreviver a um enorme surto de zumbis na cidade fictícia de Los Perdidos, na Califórnia. Ramos deve juntar-se com outros sobreviventes e encontrar uma maneira de escapar de Los Perdidos.16

Desenvolvimento

Promoção do jogo na E3 de 2013
Em 2010, antes do lançamento de Dead Rising 2, Keiji Inafune, o produtor da série Dead Rising, especularam sobre a possibilidade de uma sequela durante uma entrevista, afirmando que "não vamos começar mesmo falando sobre DR3 (Dead Rising 3) até vermos as vendas de DR2 (Dead Rising 2), infelizmente essa é a natureza do jogo! entanto, a experiência com a Blue Castle foi muito positivo, e se tivermos a oportunidade, eu gostaria de trabalhar com eles novamente."17 Com o sucesso de Dead Rising 2, a Capcom e o COO David Reese afirmou que o jogo Dead Rising 3 é provável que continue a narrativa de seu antecessor.18 Reese também afirmou que mais conteúdo digital, semelhante ao Caso Zero e Case West, também era plausível, e poderia ajudar a preencher a lacuna entre Dead Rising 2 e Dead Rising 3.18 Klayton de Celldweller está compondo músicas para o jogo.19 20 21 O jogo foi anunciado oficialmente durante a conferência de imprensa da Microsoft na E3 de 2013.22 O jogo foi originalmente revelado como sendo desenvolvido com PCs high-end em mente para que a equipe pudesse realizar sua visão expandida para a série, antes de a Microsoft ofereceu a parceria com eles para que se torne um lançamento exclusivo para o Xbox One. 5

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Burnout:Takedown e suas caracteristicas

O game Burnout:Takedown é um jogo de corrida e terceiro da franquia, preservando algumas características e acrescentando outras em relação ao seu antecessor, Burnout 2. Esse jogo tem um diferencial quando se compara a outros jogos de corrida por ter outras categorias além da tradicional Circuit.
Um Dos Grandes Diferenciais do jogo é a EA Trax, pela primeira vez burnout conta com uma trilha sonora tipo pop rock que combina perfeitamente com o jogo.
Nesse jogo, você ganha pontos por derrubar ou destruir seus oponentes e na maioria das vezes perde velocidade e turbo por ser destruído por seus oponentes.

Modos de jogo

Existem quatro modos de jogo, Contratempo, Fúria ao Volante, Corrida e Choque.
Contratempo- O objectivo é bater os recordes de tempo do circuito. Se for um contratempo do Tour mundial do Burnout 3, poderá desbloquear novas provas de corrida e algumas recompensas exclusivas.
Fúria ao Volante- O objectivo deste modo de jogo é destruir o maior número de carros possível e não bater com o seu próprio veículo, porque você perde impulso (nitrogênio) e estraga o seu carro (se você bater com o seu veículo aproximadamente cinco vezes o seu carro é completamente destruído e a prova acaba).
Choque- O objectivo é explodir os veículos com o seu carro. Se você conseguir destruir um certo número de veículos você ganha um bomba que é posta no seu carro para chocar mais.
Corrida- A corrida, tal como todas as outras, tem o objectivo de chegar em primeiro.

Veículos

Existe um total de 67 veículos no jogo, divididos em 7 classes:
Compact
Muscle
Coupe
Sports
Super
Special
Pesos Pesados















 


Total de visualizações de página